(ao minuto 4:27)
terça-feira, agosto 26, 2014
quarta-feira, agosto 20, 2014
Dia de Pinhel com Teatro e com Camilo Castelo Branco
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| (A Casa de Camilo, visitada e fotografada pela família Ferreira) |
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| (O Bem e o Mal, exemplar de edição recente fotografado pela família Ferreira) |
É já no próximo dia 25 de Agosto, pelas 10:15, junto aos Paços do Concelho de Pinhel, que o Teatro do Imaginário, do Manigoto, vai responder a mais um desafio diferente do habitual. Nesse dia, será inaugurado um monumento dedicado a Camilo Castelo Branco e à obra que ele dedicou a Pinhel: O Bem e o Mal. E o desafio lançado pela Câmara Municipal de Pinhel ao Teatro do Imaginário vai ter resposta exactamente nesse momento da inauguração. É um desafio que merece destaque e que será um enriquecimento para quem o fez, neste caso a Câmara e o seu Presidente, e para quem tem o prazer de o executar, eu e todos os elementos que participam nesta representação (entre actores, técnico de som, apoio aos figurinos e todos os restantes apoios).
Serão seis os actores que vão entrar em "palco" (José Ferreira, Ana Mesquita, Fernanda Fernandes, Daniel "o novo" Ferreira, Raquel Castelo e eu). A peça é... para já surpresa (para os novos no blogue)! O texto é a duas "penas", sendo o meu texto invadido por frases de Camilo. A encenação é uma delicada viagem num curto espaço, mas onde a emoção e os encontros vão marcar lugar de destaque.
Espero que possam estar presentes e ver o fantástico esforço e dedicação que "amadores" conseguem transportar para o teatro e para a sua divulgação! A não perder... digo eu!
quarta-feira, agosto 13, 2014
ainda o teatro
e, no centro de tudo,
o teatro
envolve e revolve os sentidos
reinventando a vida
e as ficções
o teatro
envolve e revolve os sentidos
reinventando a vida
e as ficções
terça-feira, agosto 12, 2014
Até sempre, "O Captain! My Captain!"
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| (Foto de Buena Vista International) |
"Se vos causamos enfado por sermos sombras, azado plano sugiro: é pensar que estivestes a sonhar; foi tudo mera visão no correr desta sessão. Senhoras e cavalheiros, não vos mostreis zombeteiros; se me quiserdes perdoar, melhor coisa hei-de dar-vos. Puck eu sou, honesto e bravo; se eu puder fugir do agravo da língua má da serpente, vereis que Puck não mente. Liberto, assim, dos apodos, eu digo boa noite a todos. Se a mão me derdes, agora, vai Robin, alegre, embora."
(fala da personagem Puck em A Midsummer Night's Dream, de William Shakespeare)
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| (Foto de Buena Vista International) |
E há dias em que a realidade se torna real.
segunda-feira, agosto 11, 2014
mais teatro
Ver o silêncio frio ganhar alegre som.
Eis a magia do teatro!
O aparecimento do imaginado.
sexta-feira, agosto 08, 2014
quinta-feira, agosto 07, 2014
Momentos em imagem #20 - O Bem e o Mal
É a próxima (penso eu) aparição do teatro. Baseada no romance "O Bem e o Mal", de Camilo Castelo Branco, esta para já parte de peça será apresentada na inauguração de um monumento a este grande nome da literatura portuguesa. E eu gosto muito de Camilo. Já me vi, várias vezes, a ver-me como seu "seguidor", nomeadamente na obrigação em escrever em virtude de ter de sobreviver. A sua biografia é trágica mas apaixonante. Espero que este futuro momento possa ser delicioso para quem assistir. Logo darei mais pormenores!
domingo, agosto 03, 2014
Teatro
Missão Camilo em passo acelerado a partir de amanhã!
Destino: Pinhel, 25 de Agosto!
Bravos Imaginários do Manigoto!
Destino: Pinhel, 25 de Agosto!
Bravos Imaginários do Manigoto!
quinta-feira, julho 31, 2014
Pensalamentos #264 - desejos
desejar
o desejado
proibido e longínquo
e tocar
de leve
na fímbria
da sua negação
o desejado
proibido e longínquo
e tocar
de leve
na fímbria
da sua negação
Dois textos com interesse sobre a Guarda
No dia de hoje houve neste blogue dois textos que mereceram um especial interesse por parte dos leitores. Por um lado, a minha última crónica na Rádio Altitude (que pode ser lido aqui ) que faz a análise daquilo que Álvaro Amaro poderia trazer enquanto possível vencedor das eleições camarárias, como acabou por vir a acontecer. Por outro lado, o texto que escrevi sobre a desastrosa demissão de Américo Rodrigues e o fim que se vislumbrava do Teatro Municipal da Guarda enquanto espaço de excelência (que pode ser lido aqui).
Um e outro textos têm os seus pontos de interesse e são, ainda, a minha opinião. Penso que nenhum deles se afasta daquilo que tem sido a entrada a matar de um e a perda de consistência (apesar do grande esforço da equipa que ainda se mantém activa) de outro. Não preciso de dizer mais nada, pois não?
quarta-feira, julho 30, 2014
06. Crónicas Silenciosas – Moralidades
Sempre desconfio de quem,
do alto da sua imponente inutilidade real, debita conselhos e críticas a quem,
espantado pelo desacerto constante de políticas decisões e surreais decisões,
vai fugindo à sina imposta e se transforma numa espécie de Robin dos Bosques
para sobrevivência familiar. Entre banqueiros, líderes de grandes empresas,
políticos, gente bem assegurada pelo erário público, ex-qualquer coisa,
descendentes de figuras dos antigos e actuais regimes e, até, ilustres
desconhecidos que, vai ver-se, são concubinas ou concubinos de qualquer um dos
outros. Daí que aprendi a desconfiar desta “maralha” toda e lanço sempre uma
questão: como sobrevivem? “Do seu trabalho”, aponta-me logo o mais perfeito
defensor da coisa alheia com um ligeiro interesse a pender sobre si. “Dos
lucros dos seus investimentos”, afirma logo outro que conhece tão bem a
realidade como nós conhecemos o que vais acontecer ao planeta Terra daqui a um
milhão de anos. “Olha, das mentiras que contadas tantas vezes parecem verdades”,
liberta infeliz o consciente da desgraça que nos acompanha. E a realidade é bem
evidente. Todos os acima não citados, mas insinuados, possuem uma qualidade que
é clara: dizem coisas que fazem mas que criticam nos outros. Seja, viver de
empréstimos! Seja, consumir acima das necessidades e das próprias posses
(apesar do milhão vivem com dois ou três que lhes não pertencem)! Seja, enganar
o estado não para sobreviverem, como criticam nos outros, mas para “arrepanharem”
mais uns quantos milhares ou milhões! Seja, prejudicar as contas públicas com
os seus actos de gestão disparatada, mas elogiada por toda a classe
governamental!
Tudo o que acima refiro é
uma constatação ingénua e que não possui qualquer validade real, mas que
assenta, sobretudo, na memória que tenho (infelizmente, de elefante!) dos anos em
que até agora me foi permitido viver.
Para uma conclusão
inconclusiva, como não poderia deixar de ser, tenho de fazer aqui uma “declaração
de verbo” sobre um assunto que considero essencial para a “limpeza” das falsas
moralidades deste país: eu, abaixo assinado, assumo a minha total inclinação
para os aventais de cozinha!
Tenho dito!
Moimenta da Serra, 30 de Julho de 2014
Daniel António Neto Rocha
terça-feira, julho 29, 2014
segunda-feira, julho 28, 2014
Pensalamentos #263 - coração
viver
titubeante
o coração no centro das mãos
o sufoco entre a garganta e o estômago
a vida
entre a morte e as trevas
cruel
em jogos teatrais
titubeante
o coração no centro das mãos
o sufoco entre a garganta e o estômago
a vida
entre a morte e as trevas
cruel
em jogos teatrais
domingo, julho 27, 2014
sexta-feira, julho 25, 2014
Boas notícias sobre "Os Maias"!
Boas notícias sobre "Os Maias", no olhar cinematográfico de João Botelho!
quarta-feira, julho 23, 2014
Trabalhos jornalísticos de excelência
Gosto quando, na negrura dos tempos, alguém resolve acender uma luz e fazer trabalhos que tocam naquilo que é essencial perceber sobre o crescimento "marcado" das pessoas. Por isso, não percam a leitura deste fantástico trabalho dos repórteres do jornal Publico, chamado "Infâncias de vitrine", sobre a forma como cresceram e foram educados os filhos de doentes com lepra.
Ler aqui!
terça-feira, julho 22, 2014
segunda-feira, julho 21, 2014
domingo, julho 20, 2014
Ataque cerrado às novas gerações formadas no ensino superior público
Nada me convence de que os recentes cortes na investigação e nos centros de investigação das instituições de ensino superior não estejam relacionados com o ataque ministerial à formação de professores. Infelizmente, as instituições de ensino superior preferiram olhar para o lado em vez de se defenderem das acusações governamentais de mau ensino e de má formação dos seus alunos. Agora, é a vez do coração das instituições ser atingido. Olho para a minha Faculdade (Letras da Universidade de Coimbra) e vejo um centro de excelência (de Cultura Clássica), com membros respeitados em todo o mundo (todos conhecem o nome Maria Helena da Rocha Pereira), a ser destruído pelas decisões do Ministério da Ciência e da Educação.
Infelizmente, o silêncio cúmplice acaba por vir a ter um som e, no caso de muitas instituições, esse som é de agonia!
sexta-feira, julho 18, 2014
quinta-feira, julho 17, 2014
terça-feira, julho 15, 2014
domingo, julho 13, 2014
Pequena nota teatral
Tenho um pequeno defeito (daqueles que eu sei reconhecer) ao nível da escrita teatral. Sabem qual é? Imagino sempre tudo do ponto de vista do encenador, actor, cenógrafo, etc.. Ou seja, enquanto escrevo vou construindo mentalmente tudo aquilo que será a realização física da ficção. É interessante, mas também desgastante. O melhor de tudo é que no final, quando a peça segue para ser representada, basta limar e não é preciso construir uma (nova) encenação para aquele texto.
Será uma boa estratégia? Penso que sim, pois todos os textos teatrais possuem uma linha de pensamento que dá seguimento aos conteúdos e, na minha opinião, isso não impede que as letras possam ser envolvidas noutra qualquer linha de pensamento que lhes dê outra vestimenta.
Estas questões são realmente interessantes! Pelo menos do meu ponto de vista!
sexta-feira, julho 11, 2014
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