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sexta-feira, julho 25, 2014

quarta-feira, abril 30, 2014

Como comprar ou encomendar o livro "Refracções em três andamentos"? (actualizado)


(Actualizado no dia 04-04-2015)

O livro "Refracções em três andamentos" está neste momento à venda em Famalicão da Serra (na casa de infância deste vosso humilde servo) e em Moimenta da Serra - Gouveia, (na casa actual).



Para efectuar encomendas para fora dos locais indicados basta enviar um email para silenciosasdiscussoes@gmail.com, referindo no assunto da mensagem: Encomenda do livro REFRACÇÕES. Para um envio mais rápido, juntem logo a morada para onde pretendem o envio do livro.


O preço é este:

- Compra num local de venda ou ao autor = 9 euros 5 euros


- Envio através dos CTT = 10 euros 6 euros*
* Já inclui despesas de envio.

Atenção: sobram cerca de 10 exemplares. Depois destes, não há reedição. 

quinta-feira, abril 24, 2014

quinta-feira, abril 17, 2014

Gabriel García Márquez: tanto que ficou por escrever


Em 2002, ano em que me divertia noite dentro com livros, Gabriel García Márquez lançava "Viver para contá-la" a então primeira parte daquilo que se pensava vir a ser uma autobiografia em dois volumes. "Devorei" aquele pequeno tesouro em dois ou três dias e esperava ansiosamente a sua continuação. Com o passar do tempo e com as más notícias que a saúde de García Márquez gritava, comecei a temer não vir a conhecer essa segunda parte. Hoje a pior notícia chegou! 
Claro que já algo naquele homem estava silenciado, fazendo lembrar o início do seu primeiro conto publicado, "A terceira resignação": "Ali estava outra vez o ruído. Aquele ruído frio, cortante, vertical, que tão bem conhecia já, mas que agora se lhe apresentava agudo e doloroso, como se de um dia para o outro se tivesse desabituado dele." E é este silêncio, tão pleno de palavras, que hoje ganha vida com a morte de um García Márquez que eu, na minha leitura, aprendi como simples e tremendamente vivo!
Até sempre, Mestre Márquez! 


quarta-feira, janeiro 01, 2014

Desafios em 2014 #1 - dois opúsculos em breve

Os grandes desafios de 2014 são a reinvenção de um professor que o quer ser mas que não deixam ser. Confusos? Sim, o professor quer dar aulas, mas o país não o quer a dar aulas, logo vira-se para outros campos e alunos. 
Assim, espero ainda em Janeiro colocar em pré-venda/reserva duas edições de autor. Um conto elaborado a partir de uma lenda religiosa e duas peças de teatro. Ambas terão uma tiragem reduzida (penso em 100 exemplares numerados e assinados), dependendo esse número também da existência ou não de reservas por parte dos leitores interessados. Terão cerca de 30 páginas cada um, sendo então dois opúsculos. Penso que cada um poderá, em pré-venda/reserva, custar 5 euros. Depois custará 6 ou 7 euros, mas ainda não tenho o orçamento na mão para aferir isso. 
Caso alguém queira já reservar algum, diga-me para o email: silenciosasdiscussoes@gmail.com
Neste primeiro contacto, basta dizerem-me o nome e o local onde vivem.
Quando as tiver, colocarei aqui a capa e outras informações.

quinta-feira, dezembro 05, 2013

Guarda, 21 de Novembro

Está mais que provado que a Guarda só acolhe quem quer, quando quer e como quer. Mas já lá vamos!
No passado dia 21 de Novembro fui até à Guarda para corresponder a dois convites que me tinham sido feitos por amigos para falar sobre teatro, na Escola Secundária Afonso de Albuquerque, e sobre cultura e prazeres, no Café Concerto do TMG. Pois bem, lá fui e fiquei satisfeito por comprovar aquilo que tenho vindo a comprovar há muito tempo.

(Foto de Inês Coimbra)
(Foto de Inês Coimbra)

(Foto de Inês Coimbra)
 
No Liceu a tarde foi muito interessante. O José Monteiro, o "Zé Monteiro" para mim, é um professor preocupado com os seus alunos e com a educação para a vida e para as leituras que eles possam ter. Assim sendo, lá vai convidando os seus alunos a conhecerem coisas novas e a interessarem-se pelo escritos da gente da cidade e da região, coisas nos dias de hoje tão difíceis de encontrar. E foi assim que a conversa que fui ter com aos seus alunos e com os alunos da professora Emília Costa (que foi minha professora no terceiro ciclo!) começou com uma tentativa de explicação daquilo que actualmente faço: escritor freelancer! A definição desta expressão? Escritor + freelancer = desempregado com estilo! Ou seja, o que faço actualmente é trabalhar com o improvável e com aquilo que me vão pedindo para escrever. Claro que não há muita gente que esteja interessada em ler, quanto mais pagar para algo ser escrito! E foram alguns risos sinceros que ouvi. Coisa a que começo a não estar acostumado. Passámos então pelas épocas mais interessantes (para esta turma) do teatro: Sófocles e o seu "Édipo"; Gil Vicente e toda a sua obra; Almeida Garrett e o seu "Frei Luís"; até chegar a Manuel Poppe, com o seu "Pedro I"; terminando depois na minha "A Casa da Memória" (razão maior para a minha presença ali). Claro que lhes expliquei como cheguei a "entrar na casa" e contei também um pouco do longo processo de recolha e de escrita e da gritaria interminável que foi a relação entre personagens que não gostam de estar sozinhas! E eles sorriram. Claro que lhes desvendei algumas das histórias incríveis que o Manigoto me contou e que as suas gentes respiram. E deu para mais: falámos de educação, de cultura e de Américo Rodrigues. E do seu último livro. E do seu afastamento do cargo de Director do TMG. E da irresponsabilidade (desinteresse seria a palavra mais exacta) dos políticos pelo futuro deles. Sim, não o disse, mas talvez fosse necessário dizer-lhes que não é na subjugação que reside a força das pessoas e o seu futuro! Um dia digo!

(Foto de Inês Coimbra)
E terminei com a resposta a algumas perguntas. Feitas por gente interessada (ou com atrevimento) em conhecer ou confirmar caminhos certos ou errados ou, simplesmente, caminhos! E saí com a satisfação de um momento que, espero, serviu para mostrar que um escritor ou autor não é mais do que um homem que não se importa de pensar de forma livre e aberta, procurando que as suas palavras sejam partilhadas e ouvidas. 

E houve uma pausa para um chá! A constipação estava, realmente, a ganhar terreno e era preciso impedir que o dia acabasse ali. Foi um chá partilhado a três. Com pessoas de quem gosto e que sabem que não sou mais do que isto: um homem que vive. Não vou dizer quem foram, mas só não digo porque não quero que algo de mal lhes aconteça! É que estavam tão perto de mim!   

O jantar foi caseiro! Casa da mãe, ali a dois passos. Pouca fome e muito mal-estar físico. Sintomas da febre que começava já a apoquentar. Enfim, a noite ia estar boa, pois, qualquer que fosse o número da plateia, ia estar entre amigos. Subir o vale e percorrer os lombos do Caldeirão até à cidade da Guarda foi um instante. Eis-me no Café Concerto!

Pouca gente! O Victor Afonso já lá estava com a malta do teatro que zela pela qualidade das actividades. E um ou outro conviva, talvez acidental. E chegaram amigos (gostei de ver especialmente o Américo, sei que os restantes amigos compreendem este meu destaque, que o são e até família! O Hugo. Sorri ao vê-lo entrar! Gostei muito! Como habitual, não vi gente que em tempos foi "amiga". Talvez fosse do frio, penso, forçadamente, eu. Responsáveis camarários também não vi, pois não devia aquela ser uma sessão que fosse agradável de seguir. Afinal só estaria o responsável máximo por uma das escolas superiores da cidade, onde um dos vereadores dá aulas! Hora de começar e... Afinal o professor Carlos Reis não estava! Perdera-se, ficcionei eu, num qualquer labirinto citadino onde os pavores nocturnos (ao bom estilo infantil!) são originados por gente "grande"! Voilá! O palco era meu! E do Victor! E de todos aqueles que comigo e com o Victor quisessem partilhar experiências. 

(Foto de Hugo Rocha)

E falámos de livros: desde José Gomes Ferreira a Gonçalo M. Tavares, passando por Manuel Poppe e por David Gilmour, indo até George Orwell e Ray Bradbury. E música: Queen, Sigur Rós, Arcade Fire, Purcell e o seu fantástico "Dido e Eneias" (que saudades daquela noite no Grande Auditório!). E filmes: Dead Poets Society, The Hours, Good Bye Lenin! e... Guarda: Sopro Vital (este último, não sendo um filme, é a gravação de um trabalho aturado que demorou cerca de 30 anos a cumprir-se e que pode agora ter terminado)! Outros prazeres: ainda nos filmes de animação, Kung Fu Panda! E por fim os mais importantes de todos: conversar com os amigos e aprender coisas novas todos os dias, e estar com a família e com ela ganhar asas e voar pela alegria de viver!

E a "cidade" não se interessou por vir ouvir, tal como já fez noutras ocasiões, aquilo que eu tenho para dizer. Dizem-me que estreou um filme popular português! Talvez a cidade por lá estivesse a cultivar-se. Enfim, resta-me continuar a falar mais e mais e a escrever ainda mais e mais! Quem sabe, um dia até podem ter o azar de tropeçar numa das minhas frases.

A vida de um dia! Cansado, constipado, com febre e com uma garganta completamente desnorteada, lá voltei, depois de mais um chá e de mais dois dedos de aprendizagem em contexto de conversa, rumo a casa, onde a noite já ganhara o desafio e o sono tinha conquistado o carácter estóico de uma família que espera por mim e me afaga com a sinceridade dos dias bons e dos dias maus.

sexta-feira, novembro 08, 2013

Li: "O Macaco de Rabo Cortado e Outras Histórias Tradicionais Portuguesas Contadas de Novo", de António Torrado

 

Comprei este livro com a intenção de ler as histórias ao meu filhote que está quase com 3 anitos. Confesso que não sabia quais os contos que ali viriam para além de "O macaco de rabo cortado". Confesso, também, que fiquei muito contente quando por ali recordei as histórias da Carochinha e do João Ratão e também a do Menino grão de milho. São histórias que já não lia há algum tempo e fiquei agradado por poder recordá-las na companhia do meu filhote.
António Torrado é um excelente contador de histórias e também é um fantástico recontador de histórias. A forma simples, mas com palavras já exigentes (talvez por isso seja um livro para meninos de 5/6 anos), é cativante e permite-nos, a nós pais que gostamos de ler histórias aos filhos, modelar a história, teatralizando-a e até transformando-a em pequenas cantigas.
Logo, uma boa surpresa que permitirá momentos de grande diversão em casa ao mesmo tempos que se apreende a cultura e as grandes histórias tradicionais que Portugal ainda vai guardando para os seus "filhos".

segunda-feira, outubro 28, 2013

Li: "Diz-me quem sou", de Julia Navarro


É um romance imenso, a começar na quantidade de páginas, e que tem como principal valia o conjunto de dados sobre o século XX político e social, assim como a forma corajosa e (parece-me!) certeira como faz a análise às ideologias que têm controlado o mundo desde a 1.ª Grande Guerra.
É um bom romance, daqueles que servem para conseguirmos relaxar a mente e aprender um pouco de história universal. Confesso-me culpado, pois gosto dos romances desta jornalista espanhola.
A história deste romance acompanha a vida de dois personagens: Guilherme e Amélia. O primeiro é o protótipo do jovem de trinta anos que trabalha, precariamente, para um jornal online que lhe vai pagando uma miséria para ele escrever análises literárias e outros pequenas apreciações culturais. A segunda, Amélia, é a pesquisa do primeiro. Confusos? Espero que sim, pois se não estivessem eu não poderia explicar mais nada. Guilherme é contratado por uma tia para escrever a biografia de uma avó que está enterrada num silêncio sepulcral. Porque é que todos se recusam a falar dela e a perceber quem era? Esta é a grande questão do romance. Guilherme segue então várias pistas para perceber que é Amélia e quais foram os seus passos, vindo a encontrar-se enredado numa investigação que toca bem de perto os grandes conflitos bélicos (Guerra Civil de Espanha e 2.ª Grande Guerra Mundial), os regimes autoritários de Hitler e Mussolini, as ilusões da revolução comunista de Estaline e a queda do Muro de Berlim.
Mas quem foi esta Amélia que tantas viagens obrigou Guilherme a dar? Amélia era uma jovem filha de burgueses espanhóis que casou e teve um filho, tendo, dada a ilusão dos verdes anos, abandonado marido e filho para fazer a revolução e seguir um amante. E aqui começa a viagem que culminará de forma surpreendente.
Gostei do romance. Considero que é uma boa lição de história política e social sobre a Europa do século XX e uma boa introdução ao estudo do papel do comunismo (ideologia) enquanto oposição aos regimes ditatoriais e enquanto método de governação. As personagens são muito interessantes e a narração surge num formato polifónico, onde existem várias vozes que vão trazendo o conhecimento ao investigador e ao leitor.
Editado pela Bertrand Editora, este romance merecia apenas um pouco mais de consideração por parte da editora e da revisora de texto. São centenas as gralhas e as incorrecções linguísticas que encontramos ao longo da cerca de 1100 páginas. Penso que os leitores (compradores) mereciam maior atenção por parte deste editor, mas compreendo que a estas grandes editoras o que interessa não são os leitores e sim o dinheiro deles.    

sexta-feira, outubro 18, 2013

Momentos em imagem #19 - a surpresa


A surpresa do pintor Jos van den Hoogen em casa e ainda embrulhada! Foi uma surpresa que em breve poderão, caso queiram (é óbvio!), ter, num outro material, mais perto de vós. Para já, gostei muito do resultado final e penso que um destes dias, quem sabe num qualquer lançamento de algo, poderão apreciar as cores reais e tudo aquilo que não é perceptível por esta imagem. Este reservei-o para mim assim que o vi. Narcisista? Talvez!

sábado, outubro 12, 2013

Os Maias, com a visão de João Botelho

Parece-me que, e ao fim de muito tempo, haverá em Portugal um filme ou série (mesmo que em 4 episódios) que poderá ser um bom instrumento de divulgação do livro "Os Maias", de Eça de Queirós. Digo em Portugal porque no Brasil já foi feito um excelente trabalho de divulgação de "Os Maias", nomeadamente através da Rede Globo.
João Botelho, o mesmo que criou o "Filme do desassossego", a partir dos textos do "Livro do Desassossego", de Bernardo Soares (semi-heterónimo de Fernando Pessoa), meteu mãos à obra e parece que irá voltar a surpreender-nos com o tratamento cinematográfico de um grande livro
Eu estou muito curioso para ver o resultado final deste trabalho e lá terei de me contentar em esperar quase um ano.

quarta-feira, outubro 09, 2013

Atitude Crónica - a Guarda como centro



Em fase de acabamentos e de revisão. Em breve estará em pré-venda!

Projectos com pedras metafóricas dentro

Há, nestes dias que passam, o regressar de um projecto que esteve a amadurecer na gaveta. Hoje, num café muito agradável pela manhã, vi a surpresa que se vai juntar a estas pedras que andei a perseguir. Uma surpresa de que gostei muito e que já reservei em meu nome. Vamos ver se, como minha prenda de Natal, consigo pôr cá fora o livro de crónicas, já anunciado, e este livro de poesia.
Agora vou trabalhar!

segunda-feira, setembro 23, 2013

Guarda, na 6.ª: cidadãos com nome à mesa do "Café Mondego"


Gostei muito de estar sentado com estes dois homens da Guarda numa sessão que foi plena de cidadania. Sim, porque a cidadania não é só para eleger gentes e para apregoar como se de um rega-bofe se trate. A cidadania é usar da palavra para participar activamente todos os dias do ano. E esta foto representa um pouco da cidadania que o Américo praticou durante sete anos. A foto é da Élia Fernandes e ilustra o momento em que o professor Mota da Romana fazia a apresentação do conteúdo deste "Café Mondego: uma antologia". 
Convido-vos a ler e a dizerem de vossa justiça se este livro de Américo Rodrigues não é um excelente projecto de cidade para qualquer ponto do país? Sim, com as devidas adaptações, pois o património não é transferível. Mas leiam e vejam como pelo interior do país há gente com uma capacidade de pensar o futuro de forma sustentada e com a cultura como parceiro preferencial. Para além disso, como se fosse já pouco, terão também acesso a literatura de qualidade.
A sessão foi concorrida e gostei de ver pessoas de vários quadrantes a assistir, pois isso só veio dar mais sentido à palavra cidadania.

quinta-feira, setembro 19, 2013

Guarda: "Café Mondego" na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço


É já amanhã que o "Café Mondego" vai abrir as suas páginas. Depois de ser um local de conversas e de copos, passou para o mundo digital como um dos blogues mais lidos e tem agora a sua realização enquanto livro. Américo Rodrigues escreveu milhares de textos durante cerca de 7 anos e vai agora apresentar uma selecção, feita por mim, desses seus textos. O que nos revela este "novo" "Café Mondego"? Amanhã todos ficarão a saber.


Dia 20 de Setembro
18 horas
Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço
Lançamento de “Café Mondego: uma antologia” de Américo Rodrigues
Apresentação por José Manuel Mota da Romana
Leituras por Vasco Queiroz e Antónia Terrinha

Organização: Bosq-íman:os
 

sábado, agosto 03, 2013

O regresso do Café Mondego


No próximo mês decorrerá a apresentação de uma antologia de textos do extinto blogue do Américo Rodrigues, o Café Mondego. Não direi, para já, nada mais do que aquilo que penso que deve ser do conhecimento de todos e que, por certo, merecerá a vossa atenção: é um grande momento para a cidade e para a cultura da Guarda ter um pensador a revelar-se nas páginas de um livro.
O blogue Café Mondego foi amado por uns e muito odiado, pois teve sempre como fim o olhar frio e distanciado das conjuras citadinas. O que posso acrescentar é que esta antologia será uma surpresa para todos aqueles que seguem a vida pública e política da cidade, uma vez que (a memória é uma coisa triste!) poderão observar o tempo perdido entre o momento da palavra e do desafio que Américo Rodrigues lançou e a chegada de uma reacção por parte dos políticos e agentes públicos da cidade.
No dia 20 de Setembro, pelas 18 horas, na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço - Guarda, far-se-á o lançamento e a apresentação deste livro que será, sem dúvida (respondendo a uma pergunta do António Oliveira), um momento mais importante do que toda a campanha autárquica.

sábado, junho 29, 2013

Atitude Crónica




"São crónicas marcadas por um tempo específico e por uma reacção que se despoleta, mas, acima de tudo, subsiste nestas crónicas uma atitude de constante valorização moral e humana. Em suma, despoleta-se a partir da cidade mais alta uma atitude crónica!"

O que vai sair daqui #2 - "Eles vão continuar «Os Maias»"

E para piorar a coisa devemos ler aqui as motivações para a criação desta continuação. Ao que parece o dinheiro continua a comandar e já se aproveita Eça para, de certa forma, fugir à sua fina ironia. Aposto (a brincar!) que Balsemão irá ser o salvador do jornalismo tão criticado por Eça, pois não acredito que ele seja caracterizado como um Palma Cavalão do pós-25 de Abril. Vamos ver que ainda surge no personagem Balsemão um sonho, jeito simples de criar prolepses nos romances, em que ele se vê a enterrar uma cápsula do tempo numa cidade provinciana do século XXI.

O que vai sair daqui #1 - "Seis escritores portugueses dão continuidade a «Os Maias» de Eça de Queiroz"

Ora aqui está uma "actividade" (?) que promete criar uma verdadeira guerra de palavras. A iniciativa é do "Expresso" e, tal como o grupo que o sustenta já fez em parte com "Os Lusíadas", promete trazer uma alegre discussão sobre os limites da criação literária. Como é óbvio, os autores convidados são na sua maioria bons e farão um bom trabalho, mas dizer que é a continuidade de "Os Maias" que vai aparecer... é demais! Será que o facto de um jornal fazer 40 anos lhe dá a legitimidade para, de certo modo, vulgarizar as o cânone literário de um país? Estou curioso para saber o que cada autor escreverá, mas talvez a dimensão simbólica das narrativas abertas seja mais importante do que a feira das vaidades que se aproveita da literatura. 
Ler aqui a notícia. 

sábado, maio 04, 2013

Como obter o livro "A Casa da Memória"?



O livro "A Casa da Memória" é uma peça de teatro da minha autoria e editada pelo Grupo de Amigos do Manigoto (GAM). Assim sendo, o livro pode ser adquirido no Manigoto, na sede do GAM, ou através de um contacto mais directo com o seu Presidente, o José Martins Ferreira, através do seu perfil no facebook ou através do seu endereço de email (josemarferreira_1@hotmail.com). Se preferirem, podem também encomendar o livro através do meu endereço de email (danielroc@gmail.com), que depois eu agilizo a encomenda com o GAM. O preço por cada exemplar é de 6€ e, caso pretendam o envio por correio, acresce a este preço 0,50€ para fazer face a despesas de envio.

Compõem este livro, para além da peça "A Casa da Memória": 
- "Nota Inaugural" de José Martins Ferreira (Presidente do GAM); 
- "Prefácio" da Professora Ana Maria Machado (Professora de Literatura Portuguesa da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra); 
- "Posfácio" de João Neca
- "Introdução" e "Notas Finais", da minha autoria.

O design é de Ricardo Torrão sobre fotografia de Alexandre Sampaio e a revisão de texto é de Eunice Lopes.